sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Deitada sentindo o sol entrar e aquecer a pele, só me faz fechar os olhos e imaginar o toque no rosto que eu tanto desejei. O toque eletrizante dos dedos na face do rosto, como quem trás para si os lábios prestes a serem beijados com ternura. 

O sol me lembra de como seria a proximidade com a pele quente dos seus lábios depois de tamanha espera e ansiedade por esse contato.
Esse mesmo sol não me deixa feliz, pois ele me lembra do que estou perdendo. É um lembrete diário de que não tenho o que mais desejo. Ele.

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